domingo, 27 de junho de 2004

Mônica, Cebolinha e Cartoon Network

Cartaz promocionalSim, sim! Demorou um pouco mas finalmente a produção nacional começa a invadir os grandes canais pagos. E não podia ser em melhor estilo do que com a Turma da Mônica no Cartoon Network.

O desenho dessa galera estreou nesse domindo às 9:00h e será exibido no mesmo horário toda semana. O canal também apresentará várias vinhetas de Maurício de Sousa falando sobre os personagens e, não bastasse isso, a turminha ainda vai interagir com os personagens internacionais do canal, como o Dexter e As Meninas Superpoderosas.

Além disso o canal ainda vai atacar com tirinhas eletrônicas de Laerte, Glauco e Caco Galhardo, que trarão para a televisão Overman, Geraldinho e Os Pescoçudos.

Fonte: SoBReCarGa

domingo, 20 de junho de 2004

Carona!...

Essa é para aqueles cosmopolitas que andam por aí sem muito dinheiro. Para procurar caronas ou caroneiros existe o site Caronas.com.br, que foi idealizado por Iury Oliveira e Wilson Yonezawa - meu coordenador. Olha a média!

Surgida de uma necessidade, a idéia é boa ainda que peque em certos aspectos. Falta ao site, por exemplo, um sistema de avaliação de caronas e caroneiros, para que se envolver com os usuários seja ainda mais seguro.

Grande e útil idéia. Usem e abusem! :)

quarta-feira, 16 de junho de 2004

Emoção gratuito-brasileira

Guilherme Fiuza fala sobre a vocação brasileira à emoção barata e sem muita razão em "Medalha de ouro em oba-oba". Leiam.

A vocação nacional para o oba-oba e a Xuxa com uma tocha no alto do Pão de Açúcar, seria bom deixar claro, não significam o Brasil no topo de nada. Inclusive porque logo ali, uns 400 metros abaixo, esse povo animado não aprendeu ainda nem a domesticar o emaranhado de ônibus e vans que sabotam seu ir e vir cotidiano. Aos olhos olímpicos, o Brasil como país, e o Rio como cidade, estão no topo de uma enorme confusão.

segunda-feira, 14 de junho de 2004

Cazuza - O Tempo Não Pára

Daniel de Oliveira como CazuzaÀ primeira impressão, dado o marketing estrondoso da Globo Filmes, a ansiedade por assistir o filme de Cazuza era enorme e a esperança de que o filme fosse tão bom quanto anunciado, maior ainda. Como se confirma, tal qual os últimos filmes da produtora, somos apresentados a um filme regular, longe de uma perfeição.

O primeiro impacto é reconhecer Lucinha Araújo como uma personagem humana, não a super-mãe como alçada pela mídia antes do lançamento do filme. Essa visão de sua mãe, não deixa de ser interessante, uma vez que o filme é baseado no livro homônimo de Lucinha Araújo, mas muitas vezes ao invés da super mãe temos na verdade uma super-protetora e dominadora.

Impotente com relação à vida do filho, mas ainda assim orgulhosa de seus feitos, a personagem é belamente interpretada por Marieta Severo, que como divulgado exaustivamente, foi "escolhida" pelo próprio Cazuza: toda vez que se encontravam, o cantor dizia que ela era perecidíssima com sua mãe, só que bonita e jovem. Reginaldo Farias, como seu pai, também tem seus bons momentos, assim como Cadu Fávero, que no papel de Frejat nos brinda com belas atuações nos poucos momentos em que aparece.

O grande show de todo o filme talvez fique por conta de Daniel de Oliveira. Sem estereotipar e nem muito menos criar um Cazuza diferente, o ator interpreta o cantor de maneira fenomenal e transmite emoções as mais variadas durante o filme. Sua semelhança física com Cazuza é absurda e faz valer a pena os 12 quilos que o ator teve que perder para interpretar o cantor com AIDS.

Todavia, não fosse o excelente trabalho de Daniel, talvez o filme fosse naufragado ao nos apresentar o protagonista. Em nenhum momento se consegue aprofundar na vida do cantor, descobrir o que há por traz do gênio ou mesmo entender suas ideologias e intensidade com que viveu. Em boa parte, o que vemos é um Cazuza que nunca abandona um copo de bebida e passa o dia inteiro drogado, além disso é difícil acreditar num personagem que expressa puro lirismo, que em nenhum momento conversa de forma simples.

Mais uma vez, ponto para Daniel que contorna esses problemas do roteiro nos entregando um belo papel. Ao final do filme, quando vemos cenas intercaladas entre o ator e o cantor, vemos o quão excelente foi o trabalho para o qual se preparou por um ano. O filme, antes dessa, também intercala cenas reais de Cazuza mais uma vez, entretanto, de forma mau sucedida. Mostrar cenas do Rock In Rio só nos faz lembrar de que estamos assistindo a uma representação.

Daniel de Oliveira como CazuzaSandra Werneck e Walter Carvalho, os diretores, apesar de muitas falhas ainda conseguem boas cenas, como a câmera frenética atrás de Cazuza após ele descobrir que é portador do HIV. A narração do protagonista também confere um bom ritmo ao filme, apesar de ser muito prejudicada pela edição, que, aliás, é muito mau feita e afeta o filme como um todo, ainda que a trilha sonora se encaixe perfeitamente no filme. Tudo isso aliado à ausência de muitas cenas e fatos importantes cria uma cinebiografia mal aproveitada.

É o retrato de uma geração, que em sua maioria gostou muito do filme. Ao lado de Renato Russo, os dois fizeram história e embalaram sua época, daí talvez a explicação de o filme não emocionar tanto alguns. Também mostra a desinformação de uma época em que se achava perigoso tocar um portador do vírus da AIDS. É provacativo muitas vezes e explicitamente quando o pai de Cazuza o questiona sobre como sua geração se comportará no poder.

O filme satisfaz, apesar de seus muitos percalços, é uma representação inadequada a um dos grandes músicos brasileiros e merece elogios pelo esforço de produção.

quinta-feira, 10 de junho de 2004

Personalize sua lista tolkieniana de livros

Se você quer começar a ler as obras de J.R.R. Tolkien ou mesmo se aprofundar mais e não sabe por onde começar, talvez o site The Tolkien Meta-FAQ, de Steuard Jensen, possa lhe ajudar.

Por meio da página Customize Your Tolkien Book List, respondendo a algumas perguntas você cria uma lista sugerindo uma ordem na qual pode ler os livros de professor. Você indica o que mais gosta em suas obras, os livros que eventualmente já leu, dentre outras variáveis, e pode se divertir lendo Tolkien.

O único inconveniente para alguns é o fato de não existir uma versão em português. :|

domingo, 6 de junho de 2004

Voltei!

Ok, não, não se assuste! Três meses você vai dizer, sim, eu sei, mas... ei, olha, eu voltei! Talvez eu ainda pudesse demorar mais ou até mesmo terminar tudo. Ok, admito, essa é uma possibilidade muito remota. A grande verdade é que contei o tempo para voltar a me dedicar ao blog.

Não demorei por vontade, é claro. Várias adversidades contribuíram para isso e algumas delas ainda não foram contornadas. Minha esperança é de que com o tempo tudo se resolva. Enquanto isso, farei o que posso para manter esse blog sempre atualizado.

Vamos aos números? Pois é, pois é! Vocês me assustam às vezes. Basta dizer que durante esses três últimos meses sem nenhuma atualização esse blog teve uma média de 30 visitas diárias. Assustador! Mais ainda é o fato de nesse mesmo período o blog ter o registro de 2000 visitas.

Com mais motivos para tamanho prestígio, eis-me aqui outra vez. Com design novo, espero que tenham reparado. Aliás, comentem, critiquem, sugiram, manifestem-se como sempre gostei que fizessem.

Uma feliz volta para todos nós! :)

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