segunda-feira, 26 de julho de 2004

Tudo que você tinha medo de perguntar sobre "Donnie Darko"

Se você gostou de Donnie Darko, mas gostaria de entender alguns dos tantos obscuros pontos do filme, eis aqui um artigo interessantíssimo de Dan Kois para o Salon.com, que poderá resolver algumas de suas dúvidas: Everything you were afraid to ask about "Donnie Darko" (sim, o artigo está em inglês).

O filme de estréia de Richard Kelly se tornou um cult após seu lançamento no cinema (que não arrecadou tanto quanto as vendas de DVD) e agora está sendo relançado na telona numa versão de diretor. O filme é um misto de comédia, drama psicológico e ficção científica, tem viagem no tempo, um coelho gigante, uma velha louca e muitos outros elementos que aparentemente estão desconexos.

Kois coletou informações das duas versões do filme, de seu web site, do roteiro, dos comentários no DVD, de entrevista com os envolvidos no filme e especulações da internet e nos entrega algumas de suas conclusões.

That said, I'm not dealing too much with this read in these Cliffs Notes because it seems to me that through his supplementary materials and his director's cut, Richard Kelly is pushing viewers to accept the primary narrative -- the sci-fi, Tangent Universe narrative -- as the "proper" way to interpret the film. We can argue all day about whether Kelly's decision is clarifying or foolishly reductive. Many of my friends think that the film is far richer as an exploration of madness than as an "Escher thriller about freaking wormhole bullshit," as one friend so succinctly put it.

Imperdível! Não deixe de ler as conclusões e os argumentos desse artigo.

domingo, 25 de julho de 2004

Del.icio.so!

As boas idéias da internet surgem tímidas. O movielens - já alvo de indicações por aqui - surgiu assim e continua com pouca expressividade, apesar de ter implementado novas ferramentas e continuar sendo uma idéia, no mínimo, diferente.

Outra dessas tímidas idéias é o del.icio.us, um site que propõe um bookmark social (ou coletivo). Basicamente ele funciona como qualquer bookmark e mesmo como as versões online: mantém informações sobre endereços que você cadastre para serem acessadas a qualquer momento e facilmente.

A partir disso começam os diferencias do del.icio.us. Junto com o cadastro de um endereço, você pode adicionar palavras-chave. Assim, da próxima vez que for procurá-lo, você poderá encontrar o link por qualquer uma dessas palavras. Mas o que o torna um bookmark social é o fato de que você pode ver todos os endereços adicionados pelos outros usuários do site, bem como se inscrever em uma lista de links de alguém se achá-la interessante e, é claro, ver quais foram os links mais populares do dia.

Você sabe quem mais adicionou um mesmo link que você à própria lista e faz o cadastro de maneira tão simples quanto incluir um endereço no bookmark do próprio browser.

A idéia vale o clique. :)

Fonte: CrisDias.com

sábado, 24 de julho de 2004

Jabá

E olha que eu nem ganho por isso. A dica é de um fotolog que está fazendo gande sucesso, o Espanta Barata. Criativo até no nome :), esse flog é administrado por Diego Ribeiro e alguns outros amigos.

Nos últimos dias o Espanta Barata estreou uma novela mexico-paulista, a "Cícera Sonhadora", e vem distribuindo humor e gargalhadas pela rede.

Se você procura descontração e uma cultura non-sense interiorana, não deixe de visitar.

domingo, 11 de julho de 2004

Sexy Grrrls

www.fotolog.netAlex Antunes, em reportagem para o no mínimo, fala sobre o surgimento de novas vertentes de pós-feminismo: As moças que se desnudam.

"Eu posso ter a ousadia de dizer que estou numa cultura distante de valores patriarcais, uma cultura que eu mesma criei de acordo com o que eu senti, porque eu penso que cada pessoa é dona de si, tanto o homem quanto a mulher", afirma a gaúcha Carine Funérea.

"Não acredito que seja um movimento que acontece somente no mundo da informática, mas assim podemos vê-lo com mais clareza", diz a geek (maníaca por tecnologia) paulista Bruna Barlach. "O que houve foi uma sinergia", argumenta Andrea. "Essas garotas se encontraram por meio da Internet e da arte e... boom. Pessoas como eu, que moram em lugares mais distantes, criaram um mundo próprio e encontraram uma comunidade, amigas, amigos, amantes, gostos parecidos."

Não deixem de ler essa interessante e excelente reportagem de Alex Antunes.

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